Porque a cenografia?

A cenografia se tornou de utilidade pública. Ela está presente em todos os ambientes de representação, da mídia televisiva ao teatro, do longa metragem ao shopping centers, festas, lançamentos e ambientações de interiores. É ampla sua utilidade e cada vez mais a demanda cresce no mercado de trabalho. Sua história a revelou como algo imprescindível para qualquer utilização do espaço, seja cênico ou arquitetônico; conquistou independência ao ser capaz de aplicar qualquer conteúdo a uma forma de montagem, agregando sutilezas e informação através de materiais e de um conceito. Possui interfaces com a arquitetura, design, arte contemporânea de forma que sua fonte de influências se torna inesgotável.

Cada vez que um objeto é posto para ambientação de um espaço, sua presença recria este espaço, transforma-o. Através da cenografia o espaço ressurge, ocorre um estranhamento onde a atmosfera do ambiente se enriquece e se dimensiona através de sua presença. Este caráter lúdico, fantástico e arquitetônico da cenografia requer uma visão com aprofundamento no conceito para que a experiência seja verossímil. Para que a produção cenográfica seja passível de execução, uma bagagem sistemática de pré-produção, escolhas, desenhos e planejamento deve-se fazer presente a cada etapa da concepção. Este blog pretende trazer um panorama sobre o que é a cenografia, confrontando sua aplicação prática e a realidade de seu mercado de trabalho.

Vivemos em uma realidade que é a escasses dos livros especializados em cenografia. Os materiais didáticos da cenografia estão quase em sua maioria ligados ao teatro, e pouquíssima coisa ao cinema. A defasagem de informação atualizada nesta área é que me fez acreditar na importância do debate nesta publicação, que pretende ser uma referência simples, porém de grande utilidade para profissionais e estudantes da área. A realidade de uma escola de cenografia que lida com uma demanda atual de qualidade, de profissionais especializados e criativos na escolha dos materiais está bem longe de ser uma realidade. É preciso criar meios de que a informação seja amplificada e absorvida, de que uma metodologia de trabalho seja intrínseca ao profissional, e sem dúvida de que toda criatividade encontre meios de expressão.

Com base neste entendimento trataremos no Instagram um perfil sobre diversos temas ligados a execução cenográfica, direção de arte e processos de trabalho.

Séries de pinturas

PINTURA FIGURATIVA

Exposição Brasilienses

SÉRIE MATÉRIAMOR

(texto em construção)

Pensar um texto sobre a transição das artes para a cenografia.

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Contato

DESENHOS

Exercícios – Desenhos que configuram estágios anteriores a pintura de cavalete.

Corpolinha – Estudos para pinturas. Foram mais de 2000 desenhos desta série de exercícios que resultaram na exposição Corpolinha realizada em 1998 em Brasília,

Modelo Vivo – Em 1992 iniciei as aulas de modelo vivo em Hamburgo Alemanha. Desde então mantenho esta prática de observação da figura humana.

Primeira exposição individual – 1996. Esta série demorou 3 anos para ficar pronta, todas as obras são grafite sobre papel 90x60cm.

Aguarela – Exercícios com a técnica de ilustração científica.

Pastel Seco

Nanquim – Desenhos entre 1988 e 1990.